Amnéris Maroni

      • “O mundo-do-eu é unitário; em geral é um mundo narcísico. O outro, nesse mundo, é pré-texto, não existe; para me relacionar com o outro no mundo-do-eu tenho de reduzi-lo a mim, a um pedaço do meu eu. No mundo de Narciso qualquer tentativa de percepção do outro como outro, como alteridade, é desestabililzadora para o eu. A apreensão da diferença radical não é possível, talvez porque o eu não perceba suas raízes no mundo do sem-fundo, é filho do sr. Fulano e da sra. Fulana de tal. Para esse ser-sem-raízes, o outro deve ser reduzido a um pedaço de si mesmo, da sua história, de alguma lembrança esquecida.”

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Sobre Jonatas Eliakim

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